Quais as perspectivas para o segmento da saúde em 2021?

A chegada do coronavírus em 2020 fez com que tivéssemos que nos deparar com uma realidade bastante dura. Só no Brasil foram quase 200 mil vidas ceifadas, ao longo do ano passado, em decorrência dessa doença. Sim, a batalha foi e continua sendo muito difícil, deixando sequelas em toda a sociedade, sob os mais diversos aspectos. Assim, diante de um cenário preocupante, o que esperar do segmento da saúde para 2021?

Uma das grandes esperanças para trazer alento à população, a vacina, já é uma realidade em vários países do mundo e no Brasil, começou a ser aplicada nos profissionais da área da saúde que estão na linha de frente dessa luta. Contudo, o processo de vacinação em nosso País ainda é bastante incipiente e continua sem muita clareza.

O que podemos esperar de 2021 é mais um ano de muito esforço coletivo e luta para debelar os riscos do coronavírus. Especialmente no primeiro semestre, deveremos passar por novos dias turbulentos, pois a chamada segunda onda do covid-19, em algumas regiões do Brasil, vem causando mais mortes do que a primeira. Por isso, o empenho para lutar contra o vírus deve ser tão grande ou maior do que o que vimos no ano passado.

Ciente de todo esse cenário e sempre em busca de oferecer as melhores soluções para as Unimeds parceiras, no final do ano passado, a Medilar lançou dois novos produtos de telemedicina capazes de auxiliar sobremaneira nesses tempos difíceis de pandemia.

O primeiro deles é o MEDLIVE, a mais completa plataforma de teleconsulta do Brasil, que possibilita que as consultas médicas continuem sendo feitas com toda a qualidade, porém, a distância. O segundo é o revolucionário MEDILAR MONITORA, que permite que pacientes em estado grave sejam desospitalizados, indo para a modalidade home care – pois serão monitorados 24 horas por dia.

Outro fator de bastante relevância, e que deve impactar de forma intensa o segmento da saúde neste ano é que cada vez mais, somos um país de idosos. Segundo dados do IBGE mais de 28 milhões de pessoas já chegaram à terceira idade. E, essa parcela da população carece de cuidados efetivos especiais, o que deve aumentar ainda mais o número de pessoas atendidas pelo Home Care.

Essa modalidade, além de ser vantajosa para o paciente, também traz inúmeras vantagens para as operadoras de saúde, que têm gastos reduzidos com a desospitalização.

Na verdade, ainda é cedo para responder a essa pergunta com 100% de exatidão. O que vimos no ano passado foi que em dezembro, o número de beneficiários de planos de saúde ultrapassou a casa dos 47,2 milhões. Esse dado representa um aumento se comparado com os números de setembro.

Certamente, o impacto econômico da pandemia é o que definirá se assistiremos ao crescimento desse número nos próximos meses. A conferir!

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