Eu aprendi cedo que ninguém cresce sozinho.
Eu só atinjo o meu potencial quando quem caminha ao meu lado também atinge o seu. Essa filosofia me acompanha desde sempre — na vida e, principalmente, na liderança.
E, foi exatamente esse conceito que norteou a minha motivação diária nos últimos meses, ao liderar o processo de acreditação da Organização Nacional de Acreditação (ONA) na Medilar, envolvendo a Regulação Médica e 12 unidades, distribuídas em diferentes cidades e estados do país. Sem dúvida, um dos desafios mais intensos e transformadores da minha trajetória profissional.
A Organização Nacional de Acreditação (ONA) é a entidade responsável por desenvolver e gerir os padrões brasileiros de qualidade e segurança em saúde. O processo de acreditação é estruturado em três níveis. E, cada nível representa um grau crescente de maturidade, consistência e integração dos processos assistenciais e de gestão.
A ideia da ONA não surgiu do nada. Ela nasceu de uma inquietação. Da sensação de que já fazíamos muito mais do que estava formalizado no papel. Processos, rotinas, protocolos, acompanhamento e uma cultura de qualidade que vêm sendo construídos ao longo dos 28 anos de história da Medilar. A pergunta era simples e direta: se já fazemos tudo isso, por que não validar com quem é referência nacional?

“No atendimento pré-hospitalar particular, poucas empresas no Brasil possuem acreditação ONA. Conseguir a acreditação em 12 unidades e na Regulação Médica é uma conquista única”.
Queríamos mais do que um selo. Queríamos reconhecimento, credibilidade e, principalmente, reforçar para os nossos clientes que qualidade, para nós, não é discurso — é prática. Não é destino, é direção.
E hoje, com muito orgulho, posso anunciar: a Medilar conquistou o selo Prata da ONA.
No atendimento pré-hospitalar particular, poucas empresas no Brasil possuem acreditação ONA. Conseguir a acreditação em 12 unidades e na Regulação Médica é uma conquista única. E isso diz muito. Somos considerados pela Unimed — nosso principal cliente — um fornecedor crítico. Lidamos diretamente com o beneficiário final. Qualquer falha nossa impacta diretamente vidas. A acreditação não era um luxo. Era uma responsabilidade.
Ter o selo Prata fortalece a confiança do cliente e traz segurança. Segurança de que nossos processos foram avaliados, testados e validados por um órgão externo.
Quando as auditoras nos perguntaram como garantimos que um processo executado em Goiânia é o mesmo em Campina Grande, Uberlândia ou Caxias do Sul, a resposta foi clara: processo bem desenhado, acompanhamento constante e um DNA muito bem definido. Desde que a Medilar nasceu, trabalhamos para um cliente extremamente exigente. Seguimos, em cada detalhe, o DNA Unimed. Isso nos moldou. Isso nos elevou.

Como líder, foi inspirador ver gestores se dedicando como nunca. Estudando processos, revisando fluxos, alinhando discursos, organizando evidências. Um movimento coletivo, genuíno. E é impossível não se emocionar ao perceber o crescimento das pessoas — profissionais que amadurecem, ganham confiança e se tornam melhores no trabalho e na vida. Você se sente parte disso. E isso não tem preço.
Desde o início, fui muito claro com o time e comigo mesmo: eu não aceitava menos do que o nível prata. Não era arrogância. Era convicção. Se era para correr, era para cruzar a linha de chegada.
Conquistar o selo prata da ONA não é um ponto final. É um marco. Um novo patamar. Uma prova de que estamos no caminho certo — e de que, juntos, somos capazes de alcançar níveis cada vez mais altos.
Porque no fim, é isso que nos move: pessoas cuidando de pessoas.
E ninguém faz isso sozinho.
Até breve,


